ORIENTANDOS:
VANESSA DOS SANTOS GOMES
GLENDA KATYA SILVA PALES
JARDIAN PABLO SANTOS MOTA
LAILIANE NOGUEIRA DA PAZ
SOYNARA MARGARIDA RIBEIRO MELO
ORIENTADOR: José Raimundo Alves
A
estrutura da população brasileira segue os rumos das atividades econômicas.
Estrutura
por idade, sexo e renda.
A estrutura por idade mostra o percentual de jovens, de
adultos e idosos, e a estrutura por sexo remete
à distribuição da população com percentual de homens e mulheres.
A estrutura da população é representada em forma de pirâmide,
que é classificada em base larga da pirâmide, corpo afunilado da pirâmide e o
ápice da pirâmide. A base larga da pirâmide corresponde ao número de jovens de
um país, são considerados jovens os indivíduos com faixa etária entre zero e 19
anos, representando aproximadamente 40% da população brasileira. O corpo
afunilado da pirâmide corresponde às pessoas com faixa etária entre 20 e 59
anos, representando cerca de 51% da população. O ápice da pirâmide corresponde
às pessoas com idade superior a 59 anos, correspondendo a 9% da população.
Nas últimas décadas, houve uma mudança
na estrutura etária brasileira decorrente de fatores como queda das taxas de
mortalidade e de natalidade, bem como elevação de expectativa de vida,
provocando automaticamente um acréscimo no crescimento natural/vegetativo.
A população brasileira está estruturada
de acordo com os setores de atividades econômicas, ou seja, onde o brasileiro
está ganhando seu sustento. Hoje, cerca de 50% das pessoas compõem o PEA
(População economicamente ativa), que representa as pessoas que trabalham ou
estão à procura de trabalho, e 32% formam a população inativa, pessoas que não
estudam, não trabalham e não estão à procura, ou ainda não possuem idade
compatível.
A população está dividida segundo seus
rendimentos ou renda, nesse contexto, verifica-se um alto grau de desigualdade,
provocada pela concentração da renda, própria de países capitalistas, que é
caracterizada pela concentração de riqueza nas mãos de poucos, enquanto a
maioria vive em condições extremamente excludentes.
A concentração da renda agrava as
desigualdades sociais. No Brasil, a parcela da população considerada rica
corresponde a 18 milhões de pessoas, enquanto isso como vive os outros 170
milhões de brasileiros.
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REFERÊNCIA
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